No passado fim-de-semana passado (10 e 11 de Maio) os corredores e as salas da escola encheram-se de uma actividade diferente: muitos dos actores eram efectivamente os mesmos , mas a função era diferente. Os alunos não traziam mochilas, os professores não traziam pastas, os auxiliares não andavam de chaves na mão, os administrativos não traziam dossiês, os pais não vinham receber “más notícias” e os antigos alunos não vinham apenas matar saudades. Todos esses objectos e sentimentos foram substituídos por entusiasmo, baldes de tinta, trinchas, pincéis, berbequins e muitos outros adereços da construção civil, que, num toque mágico, mudaram o visual de quase todas as salas do Bloco Principal.
Após o apelo lançado pelo Conselho Executivo, foi isso que aconteceu: a Escola mobilizou-se, a escola provou que se pode transformar quando é preciso fazê-lo. Esperamos e estamos certos que as transformações que se seguem e que se ambicionam tenham o mesmo êxito desta etapa. A Escola merece.
(Nota: As imagens que se seguem não têm legendas; por isso, algumas poses mais estranhas apenas exigem um pouco de imaginação. O contexto justifica...)
Autor Celestino Pinheiro