A Maratona de Cartas é o maior evento de direitos humanos organizado pela Amnistia Internacional em todo o mundo e irá decorrer em Portugal de 1 de novembro de 2023 até 15 de janeiro de 2024.
Sendo o AESL uma Escola Amiga dos Direitos Humanos, em parceria com a Amnistia Internacional, os alunos irão participar na atividade «Maratona de Cartas». Poderão assinar petições (a partir dos 14 anos), enviar mensagens de solidariedade e enviar cartas ou desenhos. A escola participa no concurso a nível nacional que premiará aquela que mais assinaturas conseguir recolher.
O código da nossa escola é: 2713
O link onde podem assinar é:
Os casos que serão defendidos este ano são os seguintes:
Ahmed Mansoor não ficou calado ao ver o governo do seu país, os Emirados Árabes Unidos, perseguir, deter, torturar e julgar injustamente as vozes dissidentes. Agora, está também ele preso, em solitária, sem sequer ter acesso a uma cama. Ahmed deve ser imediatamente libertado.
Uncle Pabai e Uncle Paul são líderes comunitários da nação Guda Maluyligal do território mais a norte da Austrália, no Estreito de Torres. As suas ilhas estão em risco de desaparecer devido às alterações climáticas. O governo australiano tem de agir rapidamente contra as alterações climáticas.
Ana Maria luta por justiça pela morte do seu filho Pedro Henrique, um ativista brasileiro que denunciava abusos por parte da polícia sobretudo contra a comunidade negra. Os polícias suspeitos da sua morte ainda estão em funções. Deve haver um julgamento justo para este crime.
Sawyeddollah é um refugiado Rohingya no Bangladesh que, juntamente com outros, pede que a Meta, empresa dona do Facebook, pague as reparações devidas pelo seu papel nas atrocidades cometidas contra esta comunidade. Exija à Meta que compense devidamente as comunidades Rohingya.
Thapelo é líder do movimento AbM que luta pela dignidade e pelo direito à habitação dos mais pobres na África do Sul. Vive escondido devido às ameaças de morte que tem sofrido. Em 2022, três membros da AbM foram mortos. As ameaças e os assassinatos aos membros da AbM têm de ser investigados.