Ao consultar um dicionário (www.priberam.pt/) uma das definições de profissionalismo que surge é “conjunto de profissionais, seu modo de ver e de proceder”. A partir daqui é possível chegar a pequenas conclusões que, embora sejam do nosso conhecimento empírico, nem sempre reflectimos nelas de modo intrínseco.

Em inúmeros contextos da nossa vida devemos ser profissionais naquilo que fazemos. Deste modo, a probabilidade de sermos bem sucedidos será francamente maior. E quem ganhará com tal sucesso da nossa parte? Obviamente todas aquelas pessoas que nos rodeiam e que, em princípio, nos são mais ou menos próximas. Existirá certamente uma notável harmonia e felicidade e que necessariamente nos conduzirá a um bem-estar em todos os locais e situações, nos quais seja praticado esse profissionalismo. Como não vivemos isolados e para que a plenitude do bem-estar seja atingida, será necessário um esforço (que de antemão será insignificante para alguns, exponencial para outros) entre todos os actores envolvidos nas mais diversas situações…da vida.

Será que vale mesmo a pena sermos pouco profissionais se está em causa a nossa própria felicidade e a dos que nos rodeiam!?